Ao início desta manhã deu-se continuidade às buscas subaquáticas através de um veículo autónomo não tripulado operado por militares do Destacamento de Mergulhadores Sapadores que se encontram na Região, e buscas visuais no mar com o patrulha Cacine e em terra pela Polícia Marítima.
Durante o dia de ontem, as operações realizadas permitiram obter imagens de sonar e fotografias até cerca de 90 metros de profundidade, numa área de cobertura superior a 60 campos de futebol, que serão analisadas.
Durante amanhã foram utilizados mergulhadores do Grupo de Mergulho Forense da Polícia Marítima na área compreendida entre a linha de costa e os dispositivos de aquacultura até uma profundidade próxima dos 10 metros.
Face ao agravamento das condições meteorológicas no local, em especial do vento forte que se fez sentir, da agitação marítima, reduzida visibilidade subaquática e corrente, as operações a partir do mar foram suspensas ao final da manhã.
Durante a tarde foram realizadas buscas visuais a partir de terra por elementos da Polícia Marítima.
Esta operação tem vindo a ser apoiada pelo navio-patrulha Cacine e pela embarcação salva-vidas da Capitania do Porto do Funchal “Senhor Jesus das Chagas”, envolvendo cerca de 50 militares e militarizados da Marinha.
A operação é dirigida pelo Comandante da Zona Marítima da Madeira e Capitão do Porto do Funchal, a partir das instalações do MRSC Funchal, empregando uma capacidade militar específica da Marinha Portuguesa vocacionada para a guerra de minas (veículo autónomo não tripulado) e os recursos da Autoridade Marítima na Região Autónoma da Madeira, num contexto de “duplo uso” e de serviço público não militar.
Existe é gente tonta como tu, que se calhar...


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