O Sindicato dos Professores da Madeira alertou, esta sexta-feira, que o ano lectivo se inicia na região sem uma "definição clara" sobre o estatudo da carreira docente regional e um modelo da avaliação dos professores.
"Não há também uma definição clara quanto ao pagamento da dívida que o governo regional tem para com os docentes", referiu a coodenadora do sindicato, Marília Azevedo, que estima o valor de cinco milhões de euros, verba relativa ao reposicionamento na carreira.
A sindicalista alertou ainda para a a ausência de uma definição quanto à política que deve ser assumida sobre a indisciplina", lamentando que o ano letivo se inicie num momento "de espiral asfixia de exigências, de sacrifícios aos portugueses e a educação não passa imune".
"Não se pode pedir mais aos professores, alunos e comunidade educativa, com menos recursos humanos e menos recursos financeiros", acrescentou Marília Azevedo.
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