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Incidentes com aves alertam para questões de segurança

O incidente com avião da SATA foi o segundo este ano; em 2010 houve um outro caso

23/06/2011 10:58
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A colisão de um avião da SATA com um bando de gaivotas, na manhã da passada segunda-feira, no Aeroporto da Madeira, veio levantar a questão da eficácia dos métodos para afugentar as aves que vêm sendo utilizados naquela infra-estrutura aeroportuária. Ainda para mais porque se trata do segundo 'bird strike' (nome técnico dado na aviação a este tipo de incidentes) ocorrido este ano na Madeira.

A ocorrência, classificada como 'incidente grave' pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves, que na sequência decidiu abrir um processo de investigação, ocorreu quando o voo 680 da SATA, com destino a Copenhaga, embateu contra um bando de aves no momento em que procedia à manobra de descolagem e se encontrava já em rotação.

Segundo o primeiro relatório daquele organismo, a colisão provocou danos graves em ambos os motores, danificando as pás da fan (reactores) e fazendo com que a porta do porão da frente se abrisse, faltando saber se em consequência do embate de uma ave ou das vibrações de grande amplitude registadas nos motores. Ainda segundo o mesmo relatório, na inspecção visual efectuada foram detectadas, também, marcas de sangue em várias partes na aeronave.

Por outro lado, peritos em aviação afirmam que tendo em conta a dimensão dos danos nos dois motores, a perícia e o sangue frio relevados pela tripulação, especialmente pelo comandante Timóteo Costa, foram decisivas para que o avião aterrasse em segurança, após um voo de 2 minutos e 50 segundos e com um peso superior à massa máxima para aterragem, uma vez que não havia possibilidade de verter o combustível.

Já este ano, a 27 de Março, uma ave de grande porte havia entrado por um dos reactores de uma aeronave da companhia 'easyJet', quando procedia à aterragem no Funchal. O incidente provocou danos elevados no avião, impedindo-o de realizar o voo de regresso a Lisboa.
 

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Comentários

Este espaço é destinado à construçăo de ideias e à expressăo de opiniăo.
Pretende-se um fórum constructivo e de reflexăo, năo um cenário de ataques aos pensamentos contrários.

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Boa tarde, aproveito para lembrar que no aeroporto da Portela em tempos, aconteceram situações algo semelhantes, e então acharam por bem contratar uma empresa de falcoaria, para que fossem combatidas as aves migartórias e não só, do espaço aéreo afeto ao aeroporto, houve uma empresa que na altura era sediada na ilha da Madeira, que apresentou uma proposta para efetuar esse tipo de serviço no nosso aeroporto, e a resposta foi que era muito caro, e que os alarmes que tinham sido instalados, conjuntamente com os atiradores eram suficientes. posto isto, digo:
"SERA QUE REALMENTE SÃO SUFICIENTES? SERA QUE AS VIDAS HUMANAS NÃO VALEM MAIS DO QUE QUALQUER DINHEIRO QUE SE POSSA GASTAR NA PREVENÇÃO?"

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Yes, the SATA A320 multiple (flock of seagulls) birdstrike had damaged both of the aircrafts engines (although they continued to fuction) AND had caused the forward (stbd) freight bay door to open in mid flight …….. I actually saw (and heard) this as she flew low and far to CLOSE over lower Gaula, way left of the extended centreline …. I assume that the Pilots did a fixed power overweight landing with additional drag/airflow disturbance problems, so very well done to them indeed, couldn’t dump fuel in case the engines died or the freight door detached……..possible double engine change, freight door/fuselage repair and overweight landing stress checks needed then.

It COULD have been a LOT worse and once again, I (as a severley interested local resident) ask once more if anyone has studied the effect on local bird population/movements of the “under the runway” developements – including the boat repair facility?

In the case of Madeira (Funchal) Airport it is of course likely that (as with other Portuguese Airports) the increased local developments, including the new harbour at Canical and move thereto of the fishing industry, from Funchal, all generate attractive feeding grounds for sea birds etc….VERY close to the Airport. This in addition to the “under” runway developements and increased leisure facilities in Santa Cruz and the beach at Machico, again close to the Airport, only compound this situation ........ concerned.

Does anybody with connections to the Airport care to comment?

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A lagoa do Santo da Serra situada a NW do Aeroporto e a meio caminho da meia-serra dista 4km do Aeroporto e é ponto de passagem das gaivotas quer na ida de manhã quer no regresso ao mar à tarde.

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Obrigado pela escolha de uma foto minha para ilustrar o artigo da versão papel.
De qualquer forma, não custava nada perguntar primeiro...

P.S.: Se quiserem pagar a gasolina, terei todo o gosto em ceder fotos da estreia do Charter Russo Transaero de amanhã....afinal de contas, tal como a publicação de um jornal tem custos (e lucros...) a prática de um hobbie como o planespotting fotográfico tem os seus custos.....

cumprimentos,
Rui Sousa, Madeira Spotters
www.madeiraspotters.net
http://planesandstuff.blogspot.com

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Tem razão em relação à utilização da sua foto sem prévia autorização. Não o fizemos ontem, dado o adiantado da hora em que recorremos à sua fotografia, disponível no site madeiraspotters.net. As nossas desculpas por isso e, também, o nosso agradecimento pela colaboração.
Agostinho Silva, Subdirector DN-Madeira

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...será que é algum Blandy que se dedica à criação de gavoitas com o fim de vez em quando as resolver soltar para sabotar a economia madeirense?

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Depois de todos os problemas que a Ilha da Madeira teve, nos ultimos dois anos, e que prejudicaram gravemente a afluência de turistas á Região, seguramente que a última coisa que queremos é este tipo de publicidade.
Terá de haver, urgentemente, um estudo sério das causas destes acidentes, e a tomada de decisões que impeçam a sua ocorrência.
Chega de gastar o tempo em inaugurações patéticas. As autoridades têm que se dedicar ao que efectivamente afecta a Economia da Região.
Chega de apregoar a conquista de mais ou menos Autonomia. Vamos trabalhar para a solução real dos problemas da Regiâo, o mais deplorável deles tendo sido a implementação de uma economia regional pendurada numa unica fonte de receitas: "Turismo".
E se esse falha, como tem acontecido, vamos todos para o "Subsidio de desemprego" ???
Foi uma tremenda falha de visão, mas agora só podemos tentar ajudar o "Turismo" e criar condições para que outras fontes de receita vâo sendo criadas.
Não é dificil. Só é preciso ter conhecimentos do caso, criatividade e determinação.Não havendo, a miséria vai ser enorme.
EW não adianta dizer: Que Deus nos proteja. Deus só proteje quem trabalha para merecer ser protegido.

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Mais vale ir para um país virtual: http://tiny.cc/prsf6

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que tirem o estaleiro de barcos que tem embaixo da pista do aeroporto pois la por causa dos barcos que la ficam, as gaivotas andam tudo por lá a procura de comida e também no porto de recreio onde tem la os barcos parados...

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