Os alunos da Universidade Sénior da Câmara do Funchal fizeram, esta manhã, uma visita guiada ao Museu das Cruzes. Francisco Clode foi o cicerone de um percurso que mostrou os movéis feitos das caixas de açúcar, contou a história do relógio do imperador Carlos e pormenores sobre peças de prata da colecção do museu.
A assistência atenta ficou a saber, por exemplo, que, no século XVII, quando a Madeira se dedicava à indústria de conservas de frutas em açúcar, os madeirenses aproveitavam as caixas em que vinha o açúcar do Brasil para fazer armários e mesas. E, antes, com a visita passou pelo relógio de ouro e brilhantes do imperador austríaco, Francisco Clode explicou que aquele relógio tinha sido o pagamento do imperador, que vivia com grandes dificuldades financeiras a um médico que o assistiu.
Na sala das pratas, com castiçais, salvas e alfaias religiosas, as atenções viraram-se para uns objectos com apito, guizos e uma parte em coral. Ou seja, as percursoras das rocas dos bebés. A parte em coral servia para compensar as dores do nascimento dos dentes, os guizos e o apito eram brinquedo, mas serviam também para afastar as doenças e os maus olhados. Ou pelo menos assim se pensava na altura.
A próxima visita da Universidade Sénior será ao Museu Frederico de Freitas.
Isto que vou dizer,nao se enquadra bem no...


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