“Mostrem a fundamentação técnico-científica de tudo isto”. À TSF-M e DIÁRIO, Raimundo Quintal considera que o projecto do Governo Regional para o aterro a leste do cais do Funchal, que hoje faz manchete na edição impressa neste matutino, não apresenta dados relativos ao impacto da intervenção, em particular ao nível das ribeiras.
“Não fundamenta cientificamente como é que a canalização em conjunto das ribeiras de Santa Luzia e de João Gomes vai ser levada 100 metros para Sul do muro da avenida sem criar mais problemas no escoamento dessas mesmas ribeiras e assoreamento no interior do porto”, avança o geógrafo e investigador.
Por outro lado, Raimundo Quintal critica qualquer alteração na zona a leste da foz das ribeiras, onde o projecto prevê a criação de três praias.
“Isto parece que é tudo muito estático, que o mar é facilmente moldável pela vontade do Governo Regional, que o Governo Regional é o escultor que molda o mar como se molda o barro”, afirmou o antigo vereador do Ambiente da Câmara do Funchal.
Raimundo Quintal diz que o projecto que inclui um novo cais de acostagem e porto de recreio não se afigura como uma boa solução para a baía do Funchal, razão pela qual garantiu que nada o demoverá de participar domingo num cordão humano junto ao aterro como forma de protesto.
Isto que vou dizer,nao se enquadra bem no...


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