Não há justificação para que se chame o Bispo do Funchal para ser ouvido numa Comissão de Inquérito sobre a comunicação social quando o que está em causa é ouvir os administradores de órgãos de comunicação social. A opinião é defendida por Lopes da Fonseca.
O líder da bancada parlamentar do CDS/PP na ALM admite no entanto que, se se entender ser necessário ouvir outras entidades, fora das administrações dos órgãos de comunicação social, “aí terá que se levantar a questão”.
À TSF, Lopes da Fonseca diz que o Bispo do Funchal “só deveria ser ouvido se houvesse alguma intenção da parte do Governo em devolver o Jornal da Madeira à Diocese, aí sim, (D. António Carrilho) teria uma palavra a dizer. Mas como parece que não há intenção nenhuma do Governo em devolver o JM à Igreja não se justifica que vá o Bispo opinar nesta Comissão” reafirma o deputado do CDS/PP.
Isto que vou dizer,nao se enquadra bem no...


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