Roberto Almada acusa Coito Pita, presidente da Comissão de Inquérito à comunicação social, de “má vontade” ao invocar questões regimentais para não discutir a proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda, que pretende uma audição parlamentar ao Bispo do Funchal ou a um representante da Igreja, sobre o Jornal da Madeira e Posto Emissor do Funchal.
À TSF, Roberto Almada diz que “não quer entrar em questões regimentais até porque outras comissões têm aceite propostas do Bloco e de outros partidos mesmo que estes não tenham assento nessas comissões”. O deputado do BE considera por isso, que “ há má vontade do dr. Coito Pita”.
Roberto Almada vai mais longe e diz que a Comissão de Inquérito é uma “fraude”: “Foi criada para guerrear a imprensa livre na Madeira e todos sabemos qual vai ser a conclusão desta Comissão de Inquérito”.
Se o regimento da Assembleia regional não permite que seja o Bloco a propor a audição aos representantes da Diocese no Parlamento que seja o Partido Socialista, sugere Roberto Almada. “Já falei com o deputado André Escórcio e dei-lhe conta desta situação e disse-lhe se o PS tivesse interesse em fazer seu este requerimento do Bloco de Esquerda nós nada teria-mos contra.”
Contactado pela TSF, o líder da bancada parlamentar do PS na ALM, não se compromete mas sublinha que esta questão deve primeiro ser discutida com a direcção do Partido Socialista. André Escórcio considera que chamar os representantes da instituição Igreja ao Parlamento deve ser uma decisão muito ponderada.
A próxima reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito à comunicação social ainda não tem data marcada.
Isto que vou dizer,nao se enquadra bem no...


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