A imprensa venezuelana noticia esta terça-feira o assassínio, na segunda-feira, de um empresário português da área de panificação na cidade de San Cristóbal, Estado de Táchira, referindo que o comerciante se negou a entregar o dinheiro que tinha aos assaltantes.
"Com um tiro no peito, foi assassinado o dono da Padaria Funchal por dois assaltantes motorizados que irromperam no estabelecimento (...) até onde o tinham seguido desde um banco, onde trocou por moedas um montante não precisado de dinheiro", explica o diário tachirense La Nación.
O jornal destaca que o comerciante foi morto por se ter negado a entregar o dinheiro, referindo que o português de 62 anos era proprietário da padaria há mais de 20 e era muito conhecido na zona.
"Com um disparo no peito assassinaram comerciante", escreve o Diário de Los Andes, que avança que os assaltantes eram três jovens armados, dos quais dois circulavam numa moto e o terceiro num táxi que estava estacionado nas proximidades, tendo fugido sem levar nada.
Segundo o Diário de Los Andes, os assassinos do comerciante "pensaram que teria levantado uma alta quantia de dinheiro do banco", o que não terá acontecido. Este mesmo jornal avançou que a vítima era natural da Madeira, mas de acordo com o que o DIÁRIO apurou o comerciante era natural do Algarve.
O assassínio ocorreu pelas 14:00 horas locais de segunda-feira (19:30 horas em Lisboa), na cidade de San Cristóbal, no Estado venezuelano de Táchira, localidade que pertence à circunscrição consular do Consulado Geral de Portugal em Valência.
Isto que vou dizer,nao se enquadra bem no...


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