Miguel Albuquerque inicia contactos para minimizar a situação causada pelos incêndios e garantir a segurança da cidade
Ao contrário do presidente do Governo Regional, que se remeteu ao silêncio esta manhã no Monte, o presidente da Câmara do Funchal falou aos jornalistas sobre o que tenciona fazer em relação aos incêndios que queimaram grande parte do verde que cobre este concelho.
Miguel Albuquerque, que interrompeu já ontem as suas férias para acompanhar de perto o evoluir da situação, disse há momentos que vai reunir amanhã com a sua equipa para decidir o que fazer perante esta tragédia ambiental que afectou particularmente o município do Funchal. O presidente da Câmara reconhece que áreas como o Parque Ecológico sofreram grandes danos com os incêndios e diz que é preciso começar a preparar um plano de reflorestação para as zonas mais atingidas.
Para o presidente da capital madeirense, está em causa não só o desastre ambiental que deixou em carvão alguns picos do concelho, mas também a própria segurança da cidade nos próximos tempos.
Recorde-se que uma das questões que mais preocupa as autoridades nos tempos que se seguem aos incêndios é a possibilidade de derrocadas. Além das árvores fragilizadas, há que contar com escarpas onde o fogo lavrou rente ao chão e que partiu pedras deixando-as soltas. Em caso de uma chuva de maiores dimensões, mas mesmo sem se aproximar dos níveis registados em Fevereiro deste ano, todo esse material solto - paus e pedras - pode arrastar-se pelos córregos abaixo e voltar a pôr em perigo as zonas mais altas da cidade.
Isto que vou dizer,nao se enquadra bem no...


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