A Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF) está a ajudar os empresários que são seus associados a encontrarem soluções de financiamento. Nesse sentido, promoveu esta manhã, na sede da Rua dos Aranhas, uma sessão de esclarecimento sobre a linha de crédito 'PME Crescimento', lançada pelo IAPMEI, que oferece um 'spread' baixo e pode ser aproveitada por todos os sectores de actividade. "Numa altura em que há grandes restrições de financiamento e obtenção de crédito, existe uma panóplia de mecanismos de apoio, tanto a fundo perdido como financiamentos a taxas bonificadas, que qualquer empresário pode obter. Não há razões para que os empresários continuem com dificuldades tão acrescidas de financiamento, pois inclusivamente estas linhas permitem abater e reembolsar as dívidas à Segurança Social e fisco", descreveu Cristina Costa, da direcção da ACIF. Esta organização vai promover novas sessões de esclarecimento sobre outros mecanismos de financiamento disponíveis no mercado, sendo que ainda este mês será divulgada uma linha mais direccionada para a restauração e hotelaria.
ACIF divulga soluções para garantir financiamento às empresas
Cristina Costa diz que "não há razões para dificuldades tão acrescidas"
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Comentários
Este espaço é destinado à construçăo de ideias e à expressăo de opiniăo.
Pretende-se um fórum constructivo e de reflexăo, năo um cenário de ataques aos pensamentos contrários.
ACIF JÁ FOI SÓCIO mas desisti porque apesar de pagar as cotas , quando foi feita a nova sede queriam que os sócios pagasem a dobrar para a nova sede , MAFIA organizada para alguns se auto promoverem e os negocios sempre para os mesmos GANANCIOSOS !!!!!! DO REGIME !!
Você é dos meus ! A mim já me tentaram me associar varias vezes, mas que me desculpem mas sustentar chulos em tempo de crise custa caro !
Estes devem pensar que toda a gente é "burra"" ! Querem é que as pequenas e medias empresas se endividem a qualquer custo, e assim podem ir buscar algumas benesses,sobre esses ditos novos clientes que possam arranjar-lhes creditos e o resto é só ""abrir a cortina "" para ver o que anda por detras de toda esta ""bondade"" !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A ideia até é boa, mas q ver as condições necessárias para candidatura a esses programas deparamos que é necessário as empresas concorrentes estarem "em dia" com a Seg. Social e fisco, e hoje em dia já muitas empresas da RAM ou pagam salários ou pagam ao Estado...Agora como contornar estes problemas? Insolvencia é o caminho e não dou muitos meses para começar a ver grandes empresas (de nome e história) a cair ...
como esclarecimento, estes programa já consideram a existência de dívidas ao Estado, permitindo que o financiamento seja utilizado até 30% do valor para liquidação destas dívidas. Infelizmente consideram que é possível obter um financiamento bancário intercalar nos 3 meses anteriores para fazer essa liquidação. Falta adaptar-los à realidade dos últimos meses em que os bancos só emprestam dinheiro a quem o tem.
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