Venda da Jerónimo Martins não tem implicações fiscais

Quem o garante é José Soares dos Santos

03/01/2012 03:06
Fonte: LUSA
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O administrador executivo da sociedade Francisco Manuel dos Santos, José Soares dos Santos, disse ontem à Agência Lusa que a venda da posição que a empresa detinha na Jerónimo Martins à subsidiária holandesa "não tem implicações fiscais".

A Jerónimo Martins, dona dos supermercados Pingo Doce, anunciou ontem que a sociedade Francisco Manuel dos Santos vendeu a totalidade do capital que detinha no grupo à sua subsidiária na Holanda, mas mantém os direitos de voto.

Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o grupo informa que "no passado dia 30 de Dezembro de 2011 a sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS vendeu à sociedade Francisco Manuel dos Santos B.V. (subsidiária), que comprou àquela, 353.260.814 acções da sociedade aberta Jerónimo Martins SGPS, representativas de 56,136 por cento do capital social e 56,213 por cento dos respetivos direitos de voto".

Esta operação "não tem implicações fiscais" e "não existe alteração à carga fiscal que incide sobre dividendos, essa é da inteira responsabilidade dos accionistas da sociedade", disse José Soares dos Santos, em resposta a questões colocadas pela Agência Lusa.

Interrogado sobre as razões da operação, o administrador executivo afirmou que "o grupo Jerónimo Martins encontra-se numa situação muito sólida de geração de caixa e num momento em que o seu endividamento atingiu níveis consideravelmente baixos".

Esta situação, adiantou o administrador, torna o grupo "bastante autossuficiente em relação aos seus acionistas", o que "vai permitir à sociedade Francisco Manuel dos Santos acelerar o seu processo de crescimento".

José Soares dos Santos acrescentou que "este tipo de preparação [o aceleramento do processo de crescimento] faz-se de uma forma planeada e estruturada e quando os seus negócios não precisam de suporte extraordinário, previsivelmente".

No comunicado enviado à CMVM, a Jerónimo Martins informa que a sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS "deixou de ser titular de qualquer acção da sociedade aberta Jerónimo Martins SGPS. No entanto, os direitos de voto inerentes às ações da Jerónimo Martins SGPS, objecto da compra e venda anteriormente mencionada, permanecem imputados à Francisco Manuel dos Santos SGPS SA".
 

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...o que me lembro é que ele deu á RAM no 20 de Fevereiro 1 milhão de euros...e o homem tem o direito de fazer o que muito bem entender como o "seu negocio"...

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Qual o empresário inteligente e responsável que aceita ter os seus negócios eternamente na corda bamba num país que constantemente muda a regras do jogo que constantemente aumenta impostos que tem leis laborais absurdas em que o Ministros dizem o que não fazem e fazem o que não dizem em que os 1º são os principais mentirosos da bandilha em que os governos por má gestão roubam os salários aos reformados e trabalhadores não tocando nas benesses dos seus capangas politicos.
Com ex. empresário digo quem pode que fuja e para bem longe o que se passa em Portugal é contagioso.

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Para quem defende a zona franca, aqui está o exemplo facil de perceber. Nós também recebemos empresas que fogem aos impostos nos seus paises de origem, a troco de uma comissão. É essa a razão que as trazem cá. Ou seja quando somos nós os benificiados, achamos bem, quando fazem o mesmo lá fora, já achamos mal! Como é que os nossos politicos ladrões fazem? Claro que usam a "off shore", para colocar lá "fora" a riqueza que nos foi roubado. Conforme faz a Isabel dos Santos de Angola (eles cá metem o dinheiro em Portugal por enquanto). A troco de uma comissão que recebemos, ajudamos a fazer lavagem de dinheiro. É por isso que a gentinha do PSD andam chateados, deixam de mamar. E com o "movimento" de dinheiro, ganhamos essa comissão (prejudicando os paises de origem que deixam de arrecadar impostos), mas perdemos muito mais de ajuda da UE, pois somos considerados ricos! É mandar areia para os olhos. Nem Pôncio Pilatos faria melhor...

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Tá na hora da malta mudar também, mas é de supermercados e evitar o pingo. Secar o Pingo para ver se ele c ontinua a achar que assim é que é bom. 2 ou 3 diasa evitar os Pingos deste pais e veriamos o que daria. Claro que a empresa vai pagar o IRC lá ne Holanda e isso nada tem a ver com dividendos aos acionistas. Greve aos Pingos doces já!!!!

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VIVA vamos boicotar o Pingo Doce do Jerónimo, que foi dos que mais contribuiu para a ajuda à RAM no 20 de Fevereiro, vamos todos ser pobres e mal agradecidos, porque afinal não é o ESTADO PORTUGUÊS que tem de MUDAR, mas sim TODOS OS CONTRIBUINTES como eu.
VIVA AO JORGE SÁ que não dou um cêntimo e é filho da terra.

Bem hajam aqueles que conseguem ver a diferença entre o problema e a causa do problema.
Eu digo está na hora do ESTADO PORTUGUÊS mudar e dar condições a quem está disposto em investir.
FIM DA CHULICE DA NOSSA CLASSE POLITICA!!!

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Seguiram o conselho do ministro: imigrar

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Estrangeiros na nossa propria terras é o que vai ser,comprar no Pingo Doce e a socieade pagar os imposto na Holanda,os holandeses agradecem assim já podem aumentar um pouco mais as reformas

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Queixe-se àqueles que defendem as zonas francas, os tais parasos fiscais!

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Não se trata de uma venda real, trata-se de pagar menos impostos não os pagando em Portugal! E depois aparecem na televisão a dar lições de moral!

Pagamos impostos para usufruir dos bens/serviços materiais e imateriais fornecidos pelo Estado. Não será legitímo ao Estado tratar as empresas que pagam os seus impostos noutro país de forma diferente?!

No caso de um incêndio num Estabelecimento do Grupo Jerónimo Martins em que condições deverão actuar os bombeiros?
No caso de um assalto mediante que condições deve a polícia actuar?
Numa via, sem portagens, não será legítimo exigir pagamento à passagem dos veículos desta empresa?!

As empresas que não pagam os seus impostos em Portugal, sejam poucos ou muitos, estão a usufruir de bens e serviços comuns sem contribuir para os mesmos!

É compreensível que procurem pagar o menos possível mas também será lícito que o Estado procure ser ressarcido pelos serviços que prestada a estes contribuintes especiais.

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Isto esta a mudar

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