Jaime Ramos defende criação de um banco público regional

Presidente da ASSICOM entende que a Madeira não pode depender "dos bons e maus momentos da Banca" assim como dos "seus negócios paralelos"

30/08/2010 12:15
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Há 20 a 30 empresas de construção civil empenhadas na reconstrução. Jaime Ramos, pede a intervenção do Estado junto dos bancos que se recusam a emprestar capital

Jaime Ramos defendeu esta manhã que a Região deveria estudar a possibilidade de criar um banco público regional, para que as empresas não estejam dependentes da crise económica e financeira.

"Se a banca que opera não entrar no circuito económico de acordo com as necessidades e as obrigações, eu acho que a Região Autónoma da Madeira devia pensar, repensar e estudar, a criação de um banco público regional”, defendeu Jaime Ramos, falando na qualidade de empresário e presidente da ASSICOM, à margem da conferência de imprensa de apresentação da feira de indústria que acontece em Outubro.

“Senão, estamos sempre dependemos dos maus e bons momentos da banca e a política e a Madeira não podem depender da economia”, argumentou, instado pelos jornalistas sobre as dificuldades por que passam as empresas de construção civil empenhadas no processo de reconstrução da ilha, após o temporal de 20 de Fevereiro.

“Se não houver massa monetária em circulação, não há crescimento económico, não há emprego, para isto não há milagres. Pode vir o melhor investidor do Mundo, o melhor político do Mundo, mas no sistema que está construído desde a 2.ª Guerra diz que se não houver massa monetária em circulação não há hipóteses, não há milagres. Isto é como um padeiro sem farinha”, alude o empresário.

Neste momento há "20 a 30 empresas de construção civil" mobilizadas nas empreitadas de limpeza dos destroços e reconstrução após a aluvião de 20 de Fevereiro. Muitas passam por dificuldades financeiras devido aos atrasos no pagamento, mas ainda nenhuma fez chegar junto da ASSICOM qualquer pedido de intervenção junto da banca ou das Finanças. "Até estamos admirados", confessa Jaime Ramos.

Há dificuldades de tesouraria e a culpa é da banca que se recusa a aprovar os créditos para permitir às empresas encaixar um fundo que sirva de amortecedor à dívida do Governo Regional. "Porque a banca está também numa situação de dificuldade e não está com a celeridade que é fundamental", justifica. Por isso, o presidente da ASSICOM diz mesmo que o Estado "terá de tomar medidas".

" Só a CGD é que está a tomar medidas nesse sentido mas ela sozinha não pode e eu penso que o Estado terá de tomar medidas para que a Banca deixe de fazer os seus negócios paralelos", critica Jaime Ramos. 

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Comentários

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Eu queria pôr o meu dinheiro no Banco do Dr. Coito Pita mas não consegui. Espero colocar todo o meu dinheiro no Banco do Dr. Jaime Ramos.

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Com o dinheiro k o Jaime Ramos já mamou à custa da Madeira, ele k abra un banco!

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O jaime R. só pensa em dinheiro será que a sua almofada é de notas?????vamos repartir mais o dinheiro por todos.

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Boa ideia! na Madeira circula e pode circular muitomais do q se pensa!

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Esta ideia só poderia surgir no meio dos fogos e do tempo de leste.

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Serve para lavar o dinheiro. Então?

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Meios aéreos e Transportadora aérea regional NÃO...
Banco SIM!!!
Quem dá crédito a estes (...)!

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Ahahahah
Isto é com cada uma... Vai abrir o banca à pala de quem? E com o financiamento de quem? Do zé povinho nao é?? E depois... (...)!
Acho que sim... já metem tanto no bolso o que é que custa meter mais um pouquinho.
Lá tonto este Jaime Ramos não é!

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Há muito,muito dinheiro mal parado !!!.

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O JR que ponha lá o seu! Não acredito que o fizesse!
Como o BANIF cortou a toneira, aqui vai mais´uma ideia para cair rápidamente, como os "amores e verão".
De resto, só os tontos é que depositariam lá as suas poupanças porque os outros não achariam piada nenhuma em ver os do custume a (de)gerir o que tanto custou a amealhar!

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