A empresa que fiscaliza as obras de construção do Estádio dos Barreiros 'Norvia Prima -Engenharia e Arquitectura, S.A.' meteu um processo contra o Club Sport Marítimo (CSM) da Madeira, o agrupmaneto complementar de empresas 'Zagope-Tecnovia' e cada uma das empresas do consórcio 'Tecnovia', 'Tecnovia Madeira' e 'Zagope'.
O processo entrou a 28 de Dezembro último no Tribunal de Vara Mista do Funchal e foi distribuído no dia seguinte.
O valor da acção é de 292.863,84 euros.
Abordado ontem pelo DIÁRIO, o administrador da 'Tecnovia', Frederico Resende disse que desconhecia a acção presumindo-se que, até ontem, a empresa 'Tecnovia' ainda não tinha sido notificada.
Em todo o caso, a fiscalização da obra dos Barreiros custa muito mais dos que os valores agora reclamados. Acontece que são estes os valores porque a obra apenas está em cerca de 35 a 40% da sua execução.
Contactado pelo DIÁRIO, o presidente do CSM, Carlos Pereira confirmou que o clube foi notificado esta manhã da acção e que ela foi entregue ao departamento jurídico para a analisar.
Em todo o caso, sempre vai dizendo que o clube não tem liquidez pelo que esta é a sequência de um processo em cadeia. Garantiu que o processo tem a ver apenas com a fiscalização da obra e não com o pagamento dos projectos de especialidade que a 'Norvia' executou.
Desde segunda-feira, dia 2 de Janeiro, que o DIÁRIO tem tentado chegar à fala com o autor da acção (o engenheiro da 'Norvia Prima' André Ribeiro) mas até agora ainda não obtivémos resposta.
UM dos melhores secretários que serviram...


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