Ana Margarida de Carvalho recebe terça-feira o Grande Prémio de Romance e Novela

Porto /
03 Nov 2017 / 01:15 H.

A escritora Ana Margarida de Carvalho recebe, na próxima terça-feira, em Lisboa, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores/2016, pelo romance “Não se pode morar nos olhos de um gato”, foi hoje divulgado.

A cerimónia, que será presidida pelo ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, realiza-se às 18:00, na biblioteca municipal do Palácio Galveias, em Lisboa.

Ana Margarida Carvalho, que recebe pela segunda vez o Grande Prémio de Romance e Novela da APE, é finalista do Prémio Oceanos, do Brasil, com a mesma obra.

“Não se Pode Morar nos Olhos de Um Gato”, título publicado pela Teorema, foi considerado “livro do ano” pelo jornal Público e nomeado para “melhor livro de ficção narrativa” dos Prémios Autores, da Sociedade Portuguesa de Autores, este ano.

“O júri, constituído por José Correia Tavares, que presidiu, Isabel Cristina Rodrigues, José Carlos Seabra Pereira, Luís Mourão, Paula Mendes Coelho e Teresa Carvalho, ao reunir-se pela quarta vez, deliberou por maioria, pois Luís Mourão votou em ‘A Gorda’, de Isabela Figueiredo”, divulgou a Associação Portuguesa de Escritores (APE), em outubro, quando foi conhecido o romance vencedor.

Ana Margarida de Carvalho nasceu em Lisboa, é licenciada em Direito e, como jornalista, recebeu, entre outros, os prémios Gazeta Revelação do Clube de Jornalistas de Lisboa, o do Clube de Jornalistas do Porto e o da Casa de Imprensa.

O seu primeiro romance, “Que Importa a Fúria do Mar”, venceu por unanimidade o Grande Prémio de Romance e Novela APE, em 2013.

Em parceria com Sérgio Marques publicou, em 2015, o livro infanto-juvenil “A Arca do É”.

O Grande Prémio de Romance e Novela foi instituído pela APE em 1982, tem o valor pecuniário de 15.000 e é apoiado pelo Direção-Geral dao Livro, Arquivos e Bibliotecas.

Este ano, de acordo com a APE, apresentaram-se 93 livros a concurso, publicados em 2016, tendo sido admitidas 93 obras, com a chancela de 44 editoras.

Do total de candidaturas, 60 eram de escritores, dois deles com dois romances cada, e 31 eram escritoras.

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